Uso de psicotrópicos no cuidado à saúde mental e suas implicações no âmbito da atenção primária à saúde
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Palavras-chave

Medicalização
Saúde Mental
Atenção Primária à Saúde

Resumo

Introdução: O uso de psicotrópicos vem crescendo desde a década de 1940, consolidando-se no tratamento de sintomas psicoafetivos. No Brasil, observa-se consumo elevado de psicotrópicos. O uso inadequado ou prolongado pode afetar a saúde física e mental. Objetivo: Identificar e analisar a produção cientifica relacionada ao aumento do uso de psicotrópicos no cuidado da saúde mental na Atenção Primária à Saúde. Metodologia: Revisão integrativa realizada nas bases BVS, SciELO e PubMed e LILACS, no período de 2020 a 2025, sendo utilizados os descritores “psicotrópicos”, “saúde mental” “medicalização” e “atenção primária de saúde”, combinados por meio do operador booleano “AND”; sendo 13 artigos selecionados para a análise. Resultados: A prática clínica relacionada ao uso de psicotrópicos na saúde mental exige revisão crítica e contextualizada, que considere não apenas a prescrição em si, mas também as implicações sociais, éticas e estruturais desse cuidado, bem como trazer para o cenário, o paciente, a comunidade, equipe de profissionais de saúde e gestores. Conclusão: Torna-se imprescindível revisitar criticamente as práticas de prescrição e manejo dos psicotrópicos, fortalecendo abordagens não farmacológicas, ações educativas e estratégias de redução de danos.

https://doi.org/10.61223/biamah.v6i1.110
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Copyright (c) 2026 Waléria Vieira de Oliveira Santos, Francisca Paula Batista da Silva