Exercício físico como coadjuvante no manejo da depressão
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Palavras-chave

Depressão. Atividade física. Saúde mental.

Resumo

A depressão configura-se como um transtorno mental complexo e multifatorial, caracterizado por alterações emocionais, cognitivas e fisiológicas que comprometem a funcionalidade e o bem-estar dos indivíduos. Embora tratamentos farmacológicos e psicoterapêuticos sejam amplamente empregados, muitos pacientes apresentam resposta parcial, baixa adesão ou recorrência dos sintomas, o que reforça a necessidade de estratégias complementares eficazes. Nesse cenário, o exercício físico destaca-se como intervenção coadjuvante promissora, capaz de promover benefícios neurobiológicos, comportamentais e psicossociais. Este estudo teve como objetivo identificar os efeitos do exercício físico no manejo da depressão, destacando seus mecanismos de ação e implicações clínicas. Realizou-se uma revisão integrativa nas bases Biblioteca Científica Eletrônica Online (SciELO), Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS) e Sistema de Busca da National Library of Medicine (PubMed), utilizando os descritores “Depressão” e “Exercício Físico”. Os achados demonstram que exercícios aeróbicos, resistidos, combinados e práticas mente-corpo contribuem para a redução dos sintomas depressivos, melhora do humor, do sono, da cognição e da qualidade de vida. Conclui-se que o exercício físico apresenta potencial como intervenção complementar, fortalecendo abordagens multidisciplinares no cuidado em saúde mental.

 

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Copyright (c) 2025 José Ivan dos Santos Júnior, Elânia Cordeiro de Oliveira Soares , Nyck Douglas Claro Pereira, Anyelle Ferreira de Lima, Milena Nunes Alves de Sousa